O MAIOR MANDAMENTO

Quero enfatizar que Deus vem antes de tudo que, algumas vezes, cheguei a ficar desconcertado com algumas respostas que me davam e que evidenciavam este entendimento. Certa ocasião, fazendo pose de “fortão”, daquele jeito que imita os halterofilistas, perguntei ao meu filho Israel: “Quem é o cara mais forte do mundo?”
Sem hesitar, ele respondeu direto: “Jesus!” Sem graça, eu lhe disse: “Sim, mas e depois de Jesus?” Então ele replicou: “Ah, depois de Jesus é você!” Em outra ocasião, questionei a minha filha Lissa: “Quem é o pai mais lindo do mundo?” Sem titubear, ela respondeu: “Deus!” Novamente sem graça, eu lhe disse: “Sim, mas e depois de Deus?” Então ela afirmou: “Ah, bom! Depois de Deus é você, papai!”
Se você perguntar aos meus filhos quem é a pessoa que eles mais amam, eles vão dizer que é Deus. Fico feliz com isto, pois eu os vejo crescendo com os valores corretos. Tenho aprendido que não basta darmos a Deus apenas uma certa atenção ou valor. Ele quer toda atenção e valor! Ele pede amor total!
Enquanto Deus não for o que temos de mais importante e valioso, não estaremos cumprindo o que Ele espera de nós. Por causa deste princípio, encontramos na Bíblia histórias como a do sacrifício de Isaque que o Senhor pediu a Abraão. O Senhor espera ocupar o primeiro lugar em nossas vidas. Ninguém (nem mesmo os nossos familiares – normalmente os que mais amamos) pode ocupar o primeiro lugar, o qual pertence somente a Deus! Isto é muito evidente nos ensinos do Senhor Jesus, registrados nos Evangelhos:
“Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim.” (Mateus 10.37)
O PRIMEIRO MANDAMENTO
Além de reconhecermos que amar ao Senhor é um mandamento divino, também precisamos entender que este é o Primeiro Mandamento que recebemos da parte de Deus:
“Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar, e sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.” (Marcos 12.28-30)
Quando Jesus foi questionado sobre o Primeiro (ou Principal) Mandamento, Ele foi direto ao assunto mais forte do ensino bíblico: o amor. Falou primeiro do amor ao Senhor e depois sobre o homem amar ao próximo como a si mesmo.
Ao destacarem um mandamento em relação aos demais, as Escrituras não diminuem nenhum dos outros mandamentos, mas mostram que o cumprimento deste nos influencia no cumprimento dos demais.
Há algo extraordinário no amor. E, mesmo antes de falar sobre o amor ao próximo, Deus nos pede que O amemos. Sem amar ao Senhor, ninguém jamais encontrará a fonte inesgotável de amor, a qual nos permite amarmos verdadeiramente ao nosso próximo. Deus é amor, e sem que nos misturemos com Ele por meio de uma íntima comunhão, não teremos recursos nem condições de amarmos a ninguém!
Algo que realmente me impressiona é o fato de Deus pedir não somente um amor de coração, alma, entendimento e forças, mas também um amor de todo coração, de toda alma, de todo entendimento e de todas as forças! Deus Se manifestou de uma maneira tremendamente exigente neste assunto. Ele não quer uma manifestação de amor parcial. Nada O satisfaz, a não ser o amor total de cada parte que completa o todo do nosso ser!
Sabemos qual é a expectativa que o Pai Celestial tem com relação ao nosso relacionamento com Ele. Ele não estabeleceu este mandamento como o primeiro – e mais importante – de todos, somente para ter o nosso amor, mas para garantir que O amemos acima de tudo e de todos. O Primeiro Mandamento revela não somente o que temos que fazer (amá-Lo), mas principalmente a intensidade com que devemos obedecê-lo: de todo o nosso ser!
MALDIÇÃO NA IGREJA
Há uma maldição assolando a muitos na Igreja de Jesus Cristo em nossos dias. Por mais que ensinemos que Cristo Se fez maldição por nós, para que recebêssemos a bênção (Gl 3.13-16), e que temos uma herança em Deus, há crentes que nunca entram no lugar de bênção que o Senhor tem para eles, porque vivem numa permanente quebra de princípios das Escrituras.
Mesmo ciente de que “Deus nos abençoou com toda sorte de bênçãos nas regiões celestiais em Cristo Jesus” (Ef 1.3) e que esta é a nossa posição de direito em Cristo, afirmo que há crentes que jamais chegarão a usufruir da plenitude que o Pai Celestial tem para as suas vidas!
Eles estão quebrando um princípio divino. Estão acionando contra si mesmos uma lei estabelecida na Palavra de Deus. E, enquanto não entenderem e praticarem este poderoso princípio, não haverá confissão de fé que lhes proporcione esta bênção divina!
Quando não oferecemos a Deus o nosso amor, estamos nos rebelando com relação ao Seu Primeiro e Maior Mandamento. Não entendo como eu li tantas e tantas vezes este trecho bíblico sem enxergar a sua profundidade! Porém, em certa ocasião, Deus abriu os meus olhos:
“Se alguém não ama ao Senhor seja anátema.” (1 Coríntios 16.22)
Segundo a Concordância Exaustiva de Strong, a palavra grega “anathema” significa: 1) algo preparado ou separado para ser guardado ou dedicado; especificamente, uma oferta resultante de um voto, que depois de ser consagrada a um deus era pendurada nas paredes ou colunas do templo, ou colocada em algum outro lugar visível; 2) algo dedicado a Deus sem a esperança de recebê-lo de volta, referindo-se a um animal doado para ser sacrificado; daí, uma pessoa ou algo destinado à destruição; uma maldição, uma praga; um homem amaldiçoado, destinado à mais terrível das tristezas e angústias.
Há muitas pessoas nas igrejas evangélicas que não entendem porque não alcançam aquele lugar de completa realização em Deus. Fazem tudo o que lhes mandam, todo tipo de “campanhas” e “receitas milagrosas”, mas, ainda assim, não conseguem encontrar a plenitude da bênção de Deus! A verdade é que há uma maldição (que mantém as pessoas cativas à tristeza e à angústia) sobre muitos cristãos hoje! É a consequência do pecado da falta de amor ao Senhor!
BÊNÇÃO X MALDIÇÃO
As Escrituras Sagradas mostram claramente que as nossas escolhas determinam a bênção ou a maldição sobre as nossas vidas. Ao dar ao homem o livre arbítrio (o direito de escolher), Deus também o conscientizou sobre o resultado das suas escolhas:
“Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.” (Deuteronômio 30.19)
A mensagem bíblica é clara. Há dois caminhos: o da vida e da bênção, e o da morte e da maldição! A escolha é do homem, não de Deus! Da parte de Deus temos o conselho, a sugestão para a escolha certa. E a escolha de sermos abençoados ou não é feita quando optamos pela obediência ou pela desobediência aos mandamentos divinos. Observe os detalhes do texto todo:
“Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o Senhor, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o Senhor, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la. Porém, se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido, e te inclinares a outros deuses, e os servires, então, hoje, te declaro que, certamente, perecerás; não permanecerás longo tempo na terra à qual vais, passando o Jordão, para a possuíres. Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó.” (Deuteronômio 30.15-20)
Este é o mesmo princípio que aparece em Deuteronômio (27 e) 28 e 29, quando o Senhor fala a respeito de bênçãos e maldições: a obediência produz bênção, e a desobediência produz maldição!
“Se atentamente ouvires a voz do Senhor, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje te ordeno, o Senhor, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra. Se ouvires a voz do Senhor, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos…” (Deuteronômio 28.1,2)
Todas as bênçãos citadas neste capítulo seguiriam o povo de Deus se houvesse da parte deles a disposição de andarem nos mandamentos do Senhor. Contudo, se decidissem não obedecer, então as maldições os seguiriam:
“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão.” (Deuteronômio 28.15)
A bênção é uma intervenção divina que nos leva a experimentarmos coisas melhores do que a nossa própria capacidade nos levaria a conseguirmos. Se, por exemplo, ao lavrarmos uma terra, o seu potencial de produção natural fosse um certo valor, com a bênção de Deus conseguiríamos obter resultados bem melhores. Por outro lado, a maldição é um juízo divino que permite uma ação maligna que, no exemplo já mencionado, da lavoura, nos levaria a termos perdas e prejuízos.
Uma vez estabelecido este fundamento, precisamos olhar para o princípio de amarmos ao Senhor como sendo um mandamento da Palavra de Deus. Portanto, a desobediência a este mandamento implica em maldição!
Vivemos dias de uma grande “colheita”. Nunca antes vimos tantas pessoas convertendo-se ao Senhor. Recentemente, li uma reportagem no jornal “A Folha de São Paulo”, dizendo que somente na capital paulista são iniciadas (com registro oficial) quase duas igrejas por dia! Além das novas igrejas, as já estabelecidas crescem cada vez mais. Satanás já não consegue mais deter o crescimento da Igreja. Assim sendo, ele procura diluir a nossa força em Deus, corrompendo-nos em algumas práticas importantes, principalmente na questão do amor ao Senhor. Muitas igrejas hoje estão cheias de pessoas que correm atrás de uma “bênção”, mas não cultivam amor ao Senhor em seus corações! São pessoas para quem o conselho da mulher de Jó, “Amaldiçoa teu Deus e morre” (Jó 2.9), seria muito bem aceito, caso percebessem que não foram abençoadas ou atendidas!
O grande avivamento que está por vir e as tremendas bênçãos de conquistas decorrentes dele dependem de uma nova atitude da Igreja na forma de buscarmos ao Senhor. Permita-me mostrar-lhe isto, através de princípios bíblicos, citando um trecho do Primeiro Capítulo do nosso livro “A Outra Face dos Milagres”, que trata deste assunto:
QUANDO DEUS SE TORNA APENAS UM AMULETO
A geração de Eli perdeu a presença de Deus. Lemos no Capítulo 4 de 1 Samuel que a Arca de Deus foi tomada, e foi dito: “Icabode”, que significa “Foi-se a glória de Israel!” Esta foi uma geração que perdeu a presença do Senhor. Eles decaíram tanto que chegaram ao ponto em que os sacerdotes (os filhos de Eli) se envolviam em prostituição na porta do Templo de Deus!
Esta geração de Eli é um exemplo a não ser seguido, pois pecou gravemente contra o Senhor, e por isso Ele a julgou. E qual foi o motivo pelo qual esta geração perdeu a presença de Deus? Onde ela falhou?
Ela falhou ao fazer da presença do Senhor somente um amuleto! Ela não buscava ao Senhor para adorá-Lo! Quase ninguém mais ia a Siló, onde estava o Templo. As pessoas já não estavam mais interessadas em irem à Casa do Senhor e a buscarem a Sua face, ou tampouco em adorá-Lo! Contudo, na hora das dificuldades, queriam fazer da presença de Deus uma espécie de amuleto que resolveria os seus problemas! Israel saiu à batalha e encontrou a derrota diante dos filisteus (1 Sm 4.1-3)! Com medo de serem novamente derrotados, mandaram buscar a Arca de Deus e a trouxeram ao campo de batalha:
“Mandou, pois, o povo trazer de Silo a arca do Senhor dos Exércitos, entronizado entre os querubins; os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, estavam ali com a arca da aliança de Deus. Sucedeu que, vindo a arca da aliança do Senhor ao arraial, rompeu todo o Israel em grandes brados e ressoou a terra. Ouvindo os filisteus a voz do júbilo, disseram: Que voz de grande júbilo é esta no arraial dos hebreus? Então souberam que a arca do Senhor era vinda ao arraial. E se atemorizaram os filisteus e disseram: Os deuses vieram ao arraial. E diziam mais: Ai de nós! que tal jamais sucedeu antes. Ai de nós! quem nos livrará das mãos destes grandiosos deuses? São os deuses que feriram aos egípcios com toda sorte de pragas no deserto.” (1 Samuel 4.4-8)
Note que até os filisteus ficaram com medo da Arca, pois eles, em sua condição de gentios pagãos, também acreditavam na força dos amuletos. Isto nos mostra que os filhos de Israel já haviam adotado esta forma mundana de pensamento!
Para essa geração dos filhos de Israel, Deus já não era mais o Criador e Sustentador de todas as coisas; já não era o Salvador do Seu povo; já não era Aquele que é digno de honra e glória! O Seu Templo estava abandonado em Siló, as pessoas já não iam à Sua presença para reverenciá-Lo e declararem o seu amor, confiança e dependência. Para essa geração, Deus havia Se tornado Alguém de quem somente se lembravam na hora da necessidade. E, mesmo na hora da necessidade, esses israelitas não buscaram a presença do Senhor. Eles apenas “mandaram buscar” a Arca, pois os que fazem de Deus um “Resolve-Tudo” nem sequer se dão ao luxo de buscá-Lo!
Na minha experiência pastoral, eu já conheci muitos que não se importam em buscarem a presença do Senhor. Quando os convidamos aos cultos nunca podem, mas basta enfrentarem alguma situação difícil e já estão ligando para saberem se podemos orar com eles (e de preferência em suas casas!). Quando os chamamos para cultuar ao Senhor e render-Lhe glória, não querem. Mas, quando os negócios vão mal, querem que oremos em seu trabalho!
A nossa geração precisa aprender a temer e a amar ao Senhor, ao invés de querer tratá-Lo como um empregado. A geração de Eli não buscou ao Senhor. Ela fez d’Ele um mero “Resolvedor de Encrencas”, e por isso perderam a Sua presença!
“Então pelejaram os filisteus; Israel foi derrotado, e cada um fugiu para a sua tenda; foi grande a derrota, pois caíram de Israel trinta mil homens de pé. Foi tomada a arca de Deus, e mortos os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias.” (1 Samuel 4.10,11)
Eles perderam a presença do Senhor! Esta perda foi algo tão terrível que a nora de Eli sofreu mais com ela do que com a morte do seu sogro e do seu marido!
“Estando a sua nora, a mulher de Finéias, grávida, e próximo o parto, ouvindo estas novas, de que a arca de Deus fora tomada, e de que seu sogro e seu marido morreram, encurvou-se e deu à luz; porquanto as dores lhe sobrevieram. Ao expirar disseram as mulheres que a assistiam: Não temas, pois tiveste um filho. Ela porém não respondeu e nem fez caso disso. Mas chamou ao menino Icabode, dizendo: Foi-se a glória de Israel. Isto ela disse, porque a arca de Deus fora tomada, e por causa de seu sogro e seu marido. E falou mais: Foi-se a glória de Israel, pois foi tomada a arca de Deus.” (1 Samuel 4.19-22)
Em nossos dias a Igreja está vivendo este perigo. Estamos deixando de adorar ao Senhor pelo que Ele é, e O estamos buscando somente pelo que Ele faz! Isto nos deixa parecidos com os seguidores de Satanás! O Diabo não tem seguidores pelo que ele é, pois ele nada é! As pessoas pactuam com ele e o servem em troca de algo: querem fama, fortuna, e outras coisas, e pagam com as suas próprias almas por isso! Contudo, elas não vêem na pessoa do Diabo nenhum atrativo – apenas em sua proposta! E qual é o modelo bíblico da atitude correta que vemos nos que servem a Deus? Depois que a mulher de Jó lhe pediu que ele amaldiçoasse o seu Deus e morresse (Jó 2:9), ele declarou o seguinte:
“Ainda que Ele me mate, n’Ele esperarei”! (Jó 13.15).
É de pessoas como Jó que o Reino de Deus necessita hoje – pessoas que aprendam a buscar a Deus pelo que Ele é, e não somente pelo que Ele faz! Isto não quer dizer que não podemos buscar o que Deus faz, e sim que não devemos esquecer o que Ele é e que jamais devemos perder esta ênfase!
A GERAÇÃO DE DAVI
A geração do rei Davi distinguiu-se da geração de Eli. Quando falamos de Davi, a primeira coisa que nos vem à mente é o louvor. Diferentemente da geração que falhou, perdendo a presença do Senhor (a Arca da Aliança simbolizava a presença de Deus), Davi fez tudo para resgatá-la. Em seus dias, a Arca voltou a Israel.
Davi representa os que sabem buscar e adorar a Deus pelo que Ele é. Ele já vinha experimentando o que Deus fazia. Ele havia matado um leão e um urso, porque o Senhor estava com ele (1 Sm 17.34-37). Ele havia matado Golias, o gigante, porque o Senhor estava com ele. Ele havia vencido os seus inimigos na guerra, porque o Senhor era com ele. No entanto, ainda que experimentando tudo o que Deus podia fazer, Davi sabia que o nosso relacionamento com Deus era mais do que isso, pois o Senhor não era (e continua não sendo) um mero amuleto ao qual recorremos na hora dos problemas. Ele é o Criador de todas as coisas, o Senhor, o Deus sublime e excelente, o Pai Celestial, amoroso e cheio de benignidade. Ele é digno de honra, glória e adoração! Ele merece todo o nosso culto, reverência e devoção!
Davi foi chamado de “um homem segundo o coração de Deus”, pois ele agradou o coração de Deus com as suas atitudes. Isto não quer dizer que ele tenha sido perfeito. Ao contrário, a Bíblia nos mostra com clareza as suas falhas e erros. Ao chamá-lo de “um homem segundo o coração de Deus”, as Escrituras mostram que ele conseguiu entender o que Deus queria para aquela geração. Davi não apenas conseguiu conquistar os seus inimigos, apropriando-se da Terra Prometida (que nunca havia sido ocupada em sua totalidade), mas também introduziu o ministério de louvor e música no Tabernáculo. Ao lermos os Salmos, percebemos que Davi não tinha uma ênfase e expectativa somente no que Deus fazia, mas principalmente no que Ele era!
O rei Davi foi, antes de tudo, um adorador. Quando adoeceu o primeiro filho que Batseba lhe deu, ele buscou o que Deus podia fazer – a cura. No entanto, isto não aconteceu, pois os casal estava colhendo as consequências do seu pecado. Contudo, quando a criança morreu, Davi não se revoltou contra Deus e nem mesmo entrou em luto. A Bíblia diz que ele se lavou, mudou de vestes, e foi adorar ao Senhor no Tabernáculo. Em seguida ele encerrou o seu jejum e comeu (2 Sm 12:20). Por que ele fez isto? Muitos teriam se revoltado porque Deus não fez o que havia sido pedido. Davi, no entanto, sabia que antes de atentarmos para o que Deus faz, devemos atentar para o que Ele é. E, como Deus é justo, e não erra nunca, não havia motivos para questioná-Lo. Neste momento dificílimo da sua vida, Davi foi adorar a Deus, reconhecendo o que Ele era, e exaltando-O por isso.
Que diferença da geração de Eli, a qual considerou a presença de Deus como um mero amuleto! A forma como Davi portou-se ao trazer de volta a Arca do Senhor revela como estes princípios estavam corretos em seu coração:
“Então avisaram a Davi, dizendo: O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom e tudo quanto tem, por amor à arca de Deus; foi, pois, Davi, e, com alegria, fez subir a arca de Deus da casa de Obede-Edom, à cidade de Davi. Sucedeu que, quando os que levavam a arca do Senhor tinham dado seis passos, sacrificava ele bois e carneiros cevados. Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido duma estola sacerdotal de linho. Assim Davi, com todo Israel, fez subir a arca do Senhor, com júbilo, e ao som de trombetas. Introduziram a arca do Senhor, e puseram-na no seu lugar, na tenda que lhe armara Davi; e este trouxe holocaustos e ofertas pacíficas perante o Senhor. Tendo Davi trazido holocaustos e ofertas pacíficas, abençoou o povo em nome do Senhor dos Exércitos. E repartiu a todo o povo, e a toda a multidão de Israel, assim a homens como a mulheres, a cada um, um bolo de pão, um bom pedaço de carne e passas. Então se retirou todo o povo, cada um para sua casa.” (2 Samuel 6.12-15,17-19)
Este foi um dia de festa para todo o povo. Ofertaram ao Senhor, cantaram, dançaram e comeram, pois a presença do Senhor estava com eles! Davi conseguiu comunicar a grande parte daquele povo a importância de reverenciarmos e cultuarmos a Deus com alegria, pois o Senhor é merecedor de todo o nosso louvor. Ele violou as leis da etiqueta real, descobrindo-se diante do povo, dançando, e jubilando, e assim desagradou a Mical, sua esposa. Quando Davi chegou em casa, ela o criticou. Ela pertencia ao grupo que somente se interessa pelo que Deus faz, e não pelo que Ele é! Por isso ela não chegou a ver o que Deus podia fazer por ela: ela ficou estéril até o dia da sua morte!
“Ao entrar a arca do Senhor na cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela, e, vendo o rei Davi, que ia saltando e dançando diante do Senhor, o desprezou no seu coração. Voltando Davi para abençoar a sua casa, Mical, a filha de Saul, saiu a encontrar-se com ele, e lhe disse: Que bela figura fez o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como sem pejo se descobre um vadio qualquer! Disse, porém, Davi a Mical: Perante o Senhor que me escolheu a mim antes do que a teu pai, e a toda a sua casa, mandando-me que fosse chefe sobre o povo do Senhor, sobre Israel, perante o Senhor me tenho alegrado. Ainda mais desprezível me farei, e me humilharei aos meus olhos; quanto às servas, de quem falaste, delas serei honrado. Mical, filha de Saul, não teve filhos, até o dia de sua morte.” (2 Samuel 6.16,20-23)
Davi era alguém que não buscava a Deus de um modo interesseiro, nem se preocupava somente consigo mesmo, mas sempre colocava o Senhor à frente. Todas as suas atitudes mostram que, diferentemente da geração apóstata de Eli, ele tratava o Senhor como Deus, e não como um mero amuleto!
Semelhantemente, quem aprende a forma correta de se achegar a Deus certamente será alguém marcado por aquilo que Deus faz, pois a reverência ao Senhor é o meio pelo qual provamos milagres e manifestações maiores.
Já é hora de a Igreja entender que estamos nos achegando a Deus quando O adoramos, e não estamos apenas “nos preparando para recebermos a Palavra”! A música no culto é para o louvor e adoração d’Aquele que é digno! Não é um mero entretenimento! Tanto na celebração coletiva como na devoção pessoal, temos nisto uma das maiores chaves para a manifestação do poder de Deus em nossas vidas!
É hora de reaprendermos a honrarmos ao Senhor pelo que Ele é, e assim o que Ele faz será uma consequência natural em nossas vidas, pois é impossível adorarmos ao Senhor sem provarmos a Sua ação em nossas vidas! Tiago escreveu o seguinte sobre isto:
“Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós outros.” (Tiago 4.8a)
À medida que nos aproximamos do Senhor em amor e exaltação, a Sua presença também vem ao nosso encontro. E os milagres acontecerão quando tivermos a presença do Senhor conosco – ainda que não estejamos esperando isto!
DEUS TE ABENÇOE...

Quem é Jesus para você?

 Texto: João 10:17-18 
Introdução: A morte de Jesus para salvar-nos da condenação estava planejado desde antes da fundação do mundo. I Pedro 1:19-20. Deus sabendo que a humanidade não era capaz de manter-se sem pecado, havia feito provisão para nossa salvação, porque Ele nos ama e quer que possamos alcançar a vida eterna. II Pedro. 3:9 “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” Gálatas 4:4-5 “vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos”

I. Jesus padeceu injustamente.

A. “Andou fazendo o bem, e sarando a todos os oprimidos do Diabo”.
B. “O qual não cometeu pecado nem se achou engano em sua boca”

II. Jesus foi sentenciado a morte injustamente.

A. Judas disse: “Pequei traindo sangue inocente”
B. Pilatos disse: “Não vejo nele crime algum”
C. O centurião que o crucificou disse; “Verdadeiramente este é o filho de Deus”.

III. Os Discípulos não entenderam porque Jesus tinha que morrer.

A. Eles pensavam que Jesus seria um libertador terreno.
B. A morte de Jesus os deixou decepcionados, ainda que Jesus os houvesse advertido.

IV. A ressurreição os pegou de surpresa, ainda que Jesus os houvesse dito.

A. Não entendiam, porque queriam outra coisa.
B. A prisão de Jesus os encheu de medo e se esconderam. Não podiam acreditar que Jesus estava deixando se prender.
C. Na noticia das mulheres não puderam crer.

V. Jesus é paciente conosco.

A. Quando estamos confusos, não reconhecemos o Senhor, nem entendemos nada.
B. O anjo lhes recorda que Jesus já os havia dito.
C. Jesus mesmo os acalma: “Paz seja convosco!” Lucas 24:34-48
D. Ele não morreu porque o mataram. Ele deu a sua vida voluntariamente, e logo a tomou outra vez, para demostrar que só Ele é Deus, todo poderoso e suficiente.
E. “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita” Romanos 8:11 Sabes o que isto significa? Que a vitoria de Jesus, nos faz vencedores. Que Ele te dará as forças que te faltam para vencer nas lutas e as provas desta vida.

Conclusão: 

Quem é Cristo para você? Só uma historia bonita? Ele quer ser tua fonte de poder. Aquele que te guia dia a dia e te dá forças para seguir, quando parece que no podes mais.

Pr. Aldenir Araújo
Blog: O Pregador

CELEBRANDO A VIDA

Deuteronômio – 16:1-17.
Festa é sempre sinônimo de alegria e gratidão. O povo de DEUS é alegre e deve ser sempre grato diante do SENHOR. Daí conclui-se que deve sem um povo festivo, e não um povo abatido e murmurador.
Ao entrada na Terra Prometida, o povo de Israel é orientado a celebrar alegremente as festas. O livro de deuteronômio registra a exortação para celebrarem três festas.
A primeira (16:1-8), era a festa da Páscoa, onde o povo comemorava a saída de Israel da terra do Egito. A Páscoa era um,a festa alegre celebrada a noite (34:25b) e incluindo um banquete sacro familiar, no qual se comia um cordeiro assado inteiro, cujo o sangue havia servido para marcar as vergas e as ombreiras das portas.
A segunda era de Pentecostes, também chamada de Festa as Sega, das primícias e das Semanas. Era uma festa de ação de graças pelos abundantes frutos da terra, bem como das dos rebanhos. Era sempre celebrada cinqüenta dias após a festa da Páscoa, e após a colheita do trigo.
A terceira festa era dos Tabernaculos, em que se reconheciam as incontáveis bênçãos recebidas, e o povo consagrava sua vida ao SENHOR. Nesta festa, a cada sete anos era promovida uma leitura publica da lei do SENHOR.
O nosso objetivo neste estudo é apresentar o significado original das três principais festas, mostrando que o mesmo pode e deve ser redescoberto pelas comunidades cristãs, contextualizando as festas e fazendo delas motivo de anúncio de nosso SENHOR e Salvador JESUS CRISTO.
PÁSCOA – VIVA A LIBERDADE!
A celebração da festa da Páscoa era, para o povo de Israel, um símbolo no qual se recordava da opressão sofrida no Egito, Foram escravizados e oprimidos por Faraó, mas o SENHOR DEUS agiu fortemente e libertou o povo. Celebrar a Páscoa era relembrar tudo isto e perceber a maneira como DEUS agiu, favorecendo a saída do cativeiro rumo à liberdade e a vida. (Êxodo – 12:14,17,24,27).
A celebração da Páscoa, em vários aspectos, aponta para a pessoa e obra do SENHOR JESUS CRISTO (Êxodo – 12:5,7,13,46). As comunidades cristãs possuem profunda razões para celebrar e comemorar a grande libertação efetivada por JESUS CRISTO na Cruz. A Páscoa cristã é um grande viva a liberdade, até porque a verdadeira liberdade nós só encontramos na pessoa de JESUS CRISTO, nosso cordeiro Pascal (João - 8:32, 36; I Corintios – 5:7,8). Além do que, a libertação que temos no SENHOR JESUS é completa, pois, ELE liberta da ignorância, de ideologias, de vícios, de superstições, de idolatrias, de falsos ensinos e de crendices insanas.
A igreja cristã não precisa comemorar a Páscoa nos moldes judaicos, mas ela pode e deve comemorar a Páscoa Ceia do SENHOR – como um povo alegre e festivo, como uma esperança viva estampada em cada face. Afinal, a orientação apostólica é “alegrai-vos sempre no SENHOR; outra vez digo, alegrai-vos” (Felipenses – 4:4).
O contexto da Ceia do SENHOR no Novo Testamento é da alegria da comunidade cristã. Na igreja de Corinto, embora desvirtuada em determinado momento, a celebração da Ceia pressupõe um ambiente de uma refeição de pura alegria (I Corintios – 11:17-34). Alegria que também pode ser vista na recomendação de Esdras e Neemias ao povo de Israel (Neemias – 8:10-12).
PENTECOSTES – OBRIGADO SENHOR!
Nosso SENHOR não se alegra quando observa um coração ingrato. Na orientação de Moises ao povo, há a exortação para que o mesmo celebrasse a festa de Pentecoste. Festa de gratidão, pois era festa essencialmente ligada aos frutos da terra, ocasião propicia para se alegrar com ações de graças pela colheita. Esta festa durava apenas um dia, mas um dia de intensa gratidão diante do SENHOR. Era uma lembrança na mente do povo de que tudo vem de DEUS.
A igreja Cristã precisa redescobrir a ação providencial de DEUS. È ELE quem abençoa a terra fazendo-a produtiva e generosa. Corremos o risco hoje de, cada vez mais, esquecer que é da terra que vem nossos principais alimentos, e é DEUS quem abençoa esta terra.
Seria extremamente agradável a comunidade cristã promover uma festa de gratidão a DEUS pelos frutos da terra. Que tal realizar uma festa assim em sua igreja? Já pensou na idéia?
TABERNACULOS – EIS-ME AQUI, SENHOR!
Esta festa era também uma festa que girava em torno dos produtos da terra. Contudo, nesta celebração, existia uma reflexão sobre a lei do SENHOR que era lida publicamente de sete em sete anos. Era uma oportunidade tinha de reconsagrar suas vidas, renovando seu votos perante o SENHOR.
Estamos vivendo tempos difíceis e hoje, mais do que nunca, a igreja cristã precisa se consagrar cada vez mais ao SENHOR DEUS. Uma genuína consagração atrai a benção do SENHOR (Êxodo – 32:29; Josué – 3:5), levando a comunidade consagrada a agir no mundo com uma visão transformadora (Romanos – 12:1,2). Ao reconhecer a benção do SENHOR nessa festa, o povo ouvia e aprendia a temer a DEUS, relembrando a sua Lei.
As comunidades cristãs de hoje não precisam celebrar as três festas, como faziam os israelitas. Contudo, não podemos esquecer que somos, hoje, um povo livre, graças à obra maravilhosa de JESUS CRISTO na Cruz.
A gratidão a DE por isso é imperativo. A consagração é uma resposta da igreja a este DEUS bondoso e providente. A igreja deve ter estas expressões no seu dia a dia, e deve também resgatar seu lado festivo, afinal, somos filhos de um DEUS alegre, e que quer que seus filhos se alegrem com ELE.

DEUS TE ABENÇOE.

Fonte: Homem Apostolico

O peregrino moderno

Olá amigo(a) hoje quero partilhar uma mensagem do livro " A viagem do outro cristão"  que tive a oportunidade de conhecer nesse final de semana, na casa de uma amiga quando ela me falou sobre ele e quando abri de incio essa parte chamou a minha atenção, espere que gostem e lhe traga uma palavra ao teu coração.


Nunca o mundo viu o que está presenciando na atualidade, nesta época de super-requintada tecnologia e acelerado avanço da ciência. O cristão do tempo de Bunyan atravessou a Feira da Vaidade. O Cristão de hoje, vive dentro dela, sem poder isolar-se. Ela o envolve,mansamente, por todos os lados, da manhã à noite, com o arminho (alvura, brancura) e o acetinado (a delicadeza, macio e lustruoso como o cetim) dos seus chamarises (atrativos, engodos); com as atrações mais coloridas de suas ofertas; com os tons suaves de suas promessas fictícias, ou então com o repúdio ostensivo ou dissimulado dos padrões morais e com os apelos violentos à licenciosidade (libertinagem) e ao desregramento. 

O cristão moderno, por isto, deve manter-se vigilante contra inimigossolertes (astutos) e implacáveis. Para tanto, tem necessidade de munir-se (abastecer-se de munições) com as poderosas armas da oração da Palavra.  Faz-se mister que o Espírito Santo de Deus o possua, imunizando-o contra as enfermidades contagiosas e fatais, oriundas de uma época a mais corrompida.

É dentro das labaredas deste século que convém ao servo fiel aceitar, como a planta ressequida aceita o orvalho, as Palavras do Senhor 


Finalmente, o servo de Deus, o viajor (peregrino, viajante) em demanda à Cidade Santa, precisa da convicção que tiveram os três homens da Babilônia dentro da fornalha ardente: A PRESENÇA DO QUARTO HOMEM com eles, para que um fio de cabelo, sequer, não se queime. É dentro das labaredas deste século que convém ao servo fiel aceitar, como a planta ressequida aceita o orvalho, as Palavras do Senhor


Fonte do artigo: Livro A VIAGEM DO OUTRO CRISTÃO - Frances Roberts - EDIÇÕES LOUVORES DO CORAÇÃO

A oferta que Deus se agrada

Deus em toda a historia da humanidade sempre esteve, e esta de olhos atento aos que busca o adorar, em certa feita Jesus em seu ministério terreno ao passar pela Samaria se encontrou com uma mulher ele falou a aquela mulher que os verdadeiros adoradores o adora em espírito em verdade. Deus meus amados não que, que você esteja ao pé de uma imagem, ou num lugar Deus e espírito.

No principio da humanidade existia dois irmão por nomes de Caim e Abel, Caim era lavrador e Abel era pastor de ovelha, como desde o principio o homem sentia a necessidade de se adora um ser superior, e Deus este ser o nosso criador ele nos criou para servilho em espírito em verdade.
Como eles queriam prestar uma adoração a Deus, cada uma deles levaram uma oferta a Deus, Caim trouxe do fruto da terra ao Senhor e Abel ofertou das primícias do seu rebanho e a gordura deste.


Mas Deus não olha contidade, ele vê como você o adorando com suas ofertas: Jesus e seus discípulos estavam no templo enfrente o gazofilácio e via os ricos colocar suas ofertas, e um destes ofertantes era uma viúva, ele como não tinha mais o seus esposo não existia pensão por viúves, ele pegou sua ultima moeda talvez a única que tinha possuído ao longo de falta de alimentos e entregou a Deus. Assim como a viúva que ofertou sua oferta de amor assim também foi Abel que prestou a Deus o seu louvou, Deus recebeu a oferta de Abel porque ele foi com verdadeira fé,enquanto seu irmão foi estava como aqueles homens ricos entregando o que sobrava de sua riqueza.

Deus não quer ser ultimo em sua vida, não ele quer ser o primeiro, você tem andado em vários lugares acha assim como aqueles homens ricos que pensavam esta na vontade de Deus, quantos de vocês estão vivendo enganados pelo diabo, achando que tudo esta bem, olha se tudo esta bem então você já morra no planeta terra.

Jesus morreu será que morreu para ser um martire religioso e te digo que não ele quer ser algo mais, pois isto e pouco diante de tudo que ele nos fez sobre aquela cruz.
Jesus disse para aquela samarita que os “verdadeiros adoradores adore em espírito em verdade” o qual são inimigos e Jesus pediu que lhe desse água, ela reconheceu que aquele Judeu era diferente, Jesus quer mudar tua vida mais para isso você precisa receber Jesus em tua Vida.

Ah! e você ira adora a ele em espírito em verdade...


Por Valdeney Bastos

culto ou show?



Os homens parecem nos dizer: “Não há qualquer utilidade em seguirmos o velho método, arrebatando um aqui e outro ali da grande multidão. Queremos um método mais eficaz. Esperar até que as pessoas sejam nascidas de novo e se tornem seguidores de Cristo é um processo demorado.

Veja este vídeo:



Por: Valdeney Bastos

Porque devo aceitar a Jesus como meu Salvador?

Quando Deus criou o mundo (está em Gênesis 1.26), Ele criou o homem à sua imagem e semelhança. Ou seja, quando olhamos para você, nos lembramos de Deus, quando você olha para nós, você se lembra de Deus. E Deus criou o ser humano para adorá-Lo e amá-Lo.

Porém a serpente, o nosso arqui-inimigo, o diabo, entrou no mundo para semear dúvida no ser humano com o intuito de destruí-lo. 

Foi isto que ele fez com Eva e Adão, induzindo-os a desobedecer a Deus e serem expulsos do paraíso. Neste momento, o ser humano foi destituído da glória de Deus e passou a viver sob o domínio do diabo. E Deus não pode forçar o homem a adorá-lo novamente, porque Deus deu a livre escolha ao homem e portanto, Deus é justo até neste momento.

Por causa deste domínio do diabo que o mundo passa por todas estas desgraças, como: guerras, tristezas e aflições até hoje. Mas Deus não desistiu da humanidade: enviou Jesus, para resgatar do domínio do diabo àqueles que o aceitarem e os transportarem para a luz. Está em Colossenses 1:13:

 "e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado;"
 
O versículo acima define dois aspectos de quem é Jesus:
  1. É nosso Salvador, o verdadeiro Messias, porque tem o poder de nos tirar do poder do diabo e nos transportar de volta ao Reino de Deus;
  2. É nosso Senhor, porque o próprio versículo o define como rei "reino do seu Filho amado"
O apóstolo João explica muito bem que o diabo é o que nos acusa, que nos faz cometer erros, pecados. E também explica qual o objetivo de Jesus sido enviado por Deus: 

1 João 3:8 - "quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo."

Jesus é a Palavra de Deus (João 1) que foi feito carne e osso e habitou entre nós, é Deus na Terra (2 Pedro 1:1). Deus enviou o seu próprio filho para que todo aquele que NEle creia, não pereça mas tenha vida eterna, conforme João 3:16.

Existe um ditado popular que diz: "Também sou filho de Deus.". Isto não é verdade. Somos todos criaturas de Deus. Somente seremos filhos de Deus se aceitarmos a Jesus como nosso Senhor e Salvador, conforme está em João 1:12

"Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus;"
 
Por isso, às vezes dizemos carinhosamente que Jesus é o nosso irmão mais velho. Jesus é o primeiro filho, e quando nós o aceitamos, somos também feitos filhos de Deus.

E Deus enviou Jesus para pagar o preço pelos pecados que a humanidade cometeu desde que Adão e Eva foram destituídos da presença de Deus. Por isto Jesus morreu na cruz, para pagar o preço por todos os nossos pecados, as nossas iniquidades. O profeta Isaías previu a vinda de Jesus nada menos que 700 anos antes disto acontecer. 

E atenção para um detalhe importante: todos dizem que Jesus morreu na cruz, mas poucos dizem que depois de três dias, Jesus ressuscitou e depois subiu aos céus para reencontrar Deus Pai. Nenhum outro deus fez isto, somente Jesus o fez. Portanto, Jesus continua vivo e virá pela segunda vez para levar com Ele todos os que crêem nele. 

Isto prova que Jesus não é religião, mas sim a verdade, porque ele está vivo e vai voltar. O próprio Jesus disse em João 14:6:

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." 

Portanto Jesus é o único caminho para se chegar a Deus. A religião é um meio que o homem inventou para tentar atingir a Deus. Porém, o Evangelho é o contrário: é Deus atingindo às pessoas.Não existe outra maneira de se atingir a Deus senão por Jesus: 

1 Timóteo 2:5 - "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem," 
 
No lugar de Jesus, veio a terceira pessoa de Deus: O Espírito Santo, justamente para nos convencer de nossos pecados e nos voltarmos a Deus novamente, aceitando a Jesus como Senhor e Salvador. Até hoje, o Espírito Santo é quem inspira, quem convence do pecado, quem nos consola, quem nos auxilia. 

Não podemos forçar a você a aceitar a Jesus em nenhum momento. Se Deus nos deu livre arbítrio, somos nós que decidimos individualmente por nossas vidas se aceitamos ou não a Jesus.

O que podemos dizer é que esta escolha é mesmo de "vida" ou "morte": de vida eterna ou de morte eterna. Deus diz em Hebreus 9:27 que ao homem é permitido morrer uma só vez, vindo depois o julgamento. O julgamento consiste em saber se o homem passará a eternidade com Deus (vida eterna) ou passará a eternidade separado de Deus para sempre (morte eterna). 

Deus diz que o inferno foi feito para o diabo e seus anjos, mas também todo aquele que não aceita a Jesus como seu legítimo Senhor e Salvador, infelizmente terá este mesmo destino. O único meio de se garantir a vida eterna com Deus é aceitando a Jesus em sua vida. 

Portanto, faça a escolha certa desde já: aceite a Jesus em sua vida, dê lugar a Ele, entregue seu coração a Ele. Ele é Deus, e Deus é Amor. Deus te ama e é da vontade Dele que você se salve. Porém, esta é uma decisão que somente você pode tomar.

Se você quer aceitar a Jesus neste momento, repita comigo em voz alta esta oração abaixo:
"Meu Deus, meu Pai,
Eu aceito Jesus Cristo como único Senhor e Salvador de minha vida. Quero fazer parte do Teu plano para minha vida. Neste momento, meu Pai, recebo teu filho Jesus em meu coração para que seja quebrado em mim o velho homem, e que eu seja feito nova criatura. Eu renuncio a todas as minhas ações que foram feitas contra Tua vontade. Perdoa-me Senhor, pois quero ser renovado; quero fazer parte da Tua família, ser Teu filho amado. Quero andar contigo todos os dias da minha vida, viver a verdade que é a Tua Palavra, seguir Teus passos, regozijar em Ti, ver a Tua glória.
Quero que sejas o meu conforto nos meus momentos de insegurança, que sejas a minha alegria quando eu estiver triste, que sejas o meu escudo que me guarda dos inimigos, que sejas o meu socorro pois não temerei nenhum mal e nem a solidão.
Declaro que Tu estarás sempre comigo e serás meu melhor amigo. Jesus, Te amo, Te quero e desejo Tua presença.
Amém."

Fonte: Tempo do Fim

PR. SILAS MALAFAIA - HOMOSSEXUAL

É possível a um homossexual abandonar essa prática?

Alguns dizem que a homossexualidade é uma questão biológica, genética; o indivíduo já nasce homossexual. Entretanto, nenhum cientista jamais provou essa tese.

Não existe um gene que determine que uma pessoa será homossexual. Os cromossomas XX determinam que ela será do sexo feminino, e os cromossomas XY, que será do sexo masculino. Portanto, essa tese de que o homossexualismo é genético é uma falácia; uma mentira. Deus criou o ser humano como macho ou como fêmea. Ele estabeleceu que eles teriam atração sexual um pelo outro e que, da relação sexual entre eles, nasceriam filhos (Gênesis 1.27,28).

Aliás, é por causa desse princípio que a espécie humana tem subsistido. Se não houvesse casamento entre homem e mulher, não seria possível a perpetuação da espécie.

Se o homossexualismo não é genético, é comportamental. Ele é praticado por uma pessoa que, por determinação genética, nasceu homem ou mulher, mas tornou-se homossexual por preferência aprendida ou imposta.
Como isto é possível? O ser humano é um ser social e vive sob a influência de modelos, padrões. Os psicólogos são unânimes em dizer que mais importante do que a determinação genética para uma criança decidir a sua preferência sexual é a maneira como ela é criada. Não há determinismo genético. E, se é uma questão de comportamento, um homossexual pode abandonar essa prática e tornar-se heterossexual; até porque, a maioria dos homossexuais tem algum grau de atração pelo sexo oposto.

A despeito de ser um comportamento aprovado em muitas sociedades antigas e modernas, o homossexualismo é pecado. A rejeição à prática homossexualismo é clara na Palavra de Deus. Em Levítico 18.22 (ARA), constatamos uma exortação direta a não dar lugar a essa prática. Em Levítico 20.13, vemos que a pena na Lei mosaica para quem praticasse o homossexualismo era a morte.

No Novo Testamento, apesar de não haver mais a pena de morte, observamos que a morte espiritual persiste para o homossexual, entregue por Deus ao que Paulo chamou, em Romanos

1.28, de sentimento perverso (ARC) ou disposição mental reprovável (ARA). Neste mesmo texto, o homossexualismo é denominado paixão infame; torpeza; erro. Leia 1 Timóteo 1.8-11 (NVI).

Em 1 Coríntios 6.10,11, está claro que nem os efeminados nem os sodomitas (ou seja, os homossexuais passivos e os ativos) herdarão o reino dos céus. A menos que eles se arrependam dessa prática abominável aos olhos de Deus e convertam-se a Cristo, serão condenados a passar a eternidade no inferno, um lugar de pranto, dor e ranger de dentes (Mateus 13.40-42; 24.51).

Embora remédios e técnicas terapêuticas não possam transformar um homossexual em heterossexual, se ele reconhecer seu erro, confessá-lo a Deus, pedir perdão e entregar sua vida a Cristo, será justificado pelo sangue de Jesus, liberto do pecado que o domina e transformado em uma nova criatura. Mas, para isso, é preciso, sobretudo, que o homossexual tenha consciência da sua condição pecaminosa e queira dar um novo rumo à sua vida. É uma decisão pessoal dele render-se à verdade, entregar-se a Cristo.

A nós, evangélicos, como Igreja de Cristo, coluna e baluarte da verdade, cabe pregar o evangelho e convocar os pecadores ao arrependimento. Mas a nós não cabe odiar ninguém. Devemos amar o pecador e condenar o pecado. Porém amar não é aprovar nem justificar comportamento errado. Existe uma grande diferença entre amar a pecador e concordar com suas práticas.

Nós, evangélicos, amamos os homossexuais, mas não concordamos nem aceitamos o homossexualismo. Não se trata de homofobia [aversão violenta a homossexuais] nem preconceito religioso, e sim de seguirmos princípios éticos, morais e espirituais que se baseiam no conhecimento que temos da Lei e da vontade de Deus para o ser humano ter uma vida plena, feliz e eterna.

SUGESTÕES DE LEITURA:

Levítico 18––20; Romanos 1; 1 Coríntios 6.10,11; 1 Timóteo 1.8-11




Pr. Silas Malafaia

Pr. Silas Malafaia é psicólogo clínico e conferencista internacional.